Conheça Nossas Embaixadoras Mentoras

Aída Silva

Orientadora de Mestrado e Doutorado. Possui Graduação em Engenharia Sanitária pela Universidade Federal da Bahia (1997), mestrado em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos pela Universidade de Brasília (2001) e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (2009). Atualmente é professora convidada do Instituto de Saúde Coletiva/UFBA, pesquisadora da Universidade Católica do Salvador, pesquisadora da Universidade Católica do Salvador, credenciamento - coorientadora da Universidade Católica do Salvador, pesquisador com doutorado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, pesquisadora colaboradora FAPESB do Instituto de Ciências da Saúde, professora contratada da Escola Politécnica - Universidade Federal da Bahia, consultoria científica da Escola Politécnica - Universidade Federal da Bahia, pesquisadora e docente do Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz, pesquisadora - vice diretoria de pesquisa do Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz e especialista em regulação da AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR/MINISTÉRIO DA SAÚDE. Tem experiência na área de Engenharia Sanitária, com ênfase em Engenharia Sanitária, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde pública, saúde ambiental, resíduos de serviços de saúde, gerenciamento, vigilância sanitária e Mycobacterium tuberculosis

Aída Silva

Orientadora de Mestrado e Doutorado. Possui Graduação em Engenharia Sanitária pela Universidade Federal da Bahia (1997), mestrado em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos pela Universidade de Brasília (2001) e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (2009). Atualmente é professora convidada do Instituto de Saúde Coletiva/UFBA, pesquisadora da Universidade Católica do Salvador, pesquisadora da Universidade Católica do Salvador, credenciamento - coorientadora da Universidade Católica do Salvador, pesquisador com doutorado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, pesquisadora colaboradora FAPESB do Instituto de Ciências da Saúde, professora contratada da Escola Politécnica - Universidade Federal da Bahia, consultoria científica da Escola Politécnica - Universidade Federal da Bahia, pesquisadora e docente do Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz, pesquisadora - vice diretoria de pesquisa do Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz e especialista em regulação da AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR/MINISTÉRIO DA SAÚDE. Tem experiência na área de Engenharia Sanitária, com ênfase em Engenharia Sanitária, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde pública, saúde ambiental, resíduos de serviços de saúde, gerenciamento, vigilância sanitária e Mycobacterium tuberculosis

Cláudia Barbosa

Claudia de Faria Barbosa é mestre e doutora em Humanidades (PPG- FSC/UCSAL), graduada em Pedagogia (UCSAL) e Secretariado Executivo(UFBA), pesquisadora do Grupo de Estudos Hermenêuticos em Famílias, Territórios, Identidades e Memória (GEHFTIM, CNPq-UESB), professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Centro Universitário UniRuy I Wyden e professora colaboradora do Programa de pós-graduação stricto sensu em Relações Étnicas e Contemporaneidade (PPGREC – UESB). Autora do livro: As mulheres na política local: entre as esferas pública e privada.

Cristina Marchi

Administradora. Pós doutorado no Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Estocolmo, Suécia. Doutora em Geologia, Mestre em Planejamento Urbano Desenvolve pesquisas nas áreas de gestão do meio ambiente, com ênfase no saneamento básico, no cooperativismo, no associativismo e no empreendedorismo social. Integra o corpo docente do Programa de Pós graduação no Mestrado em Planejamento Ambiental da UCSAL. Lidera o Grupo de Pesquisa em Gestão Ambiental e Desenvolvimento de Empreendimentos Sociais (GAMDES) da UCSAL. Os trabalhos desenvolvidos neste grupo de pesquisa buscam contribuir para o aprimoramento da gestão nos serviços públicos, no desenvolvimento de modelos de gestão inovadores e integradores aos recursos naturais seguindo, dentre outras, as temáticas 1- identificação de conflitos de uso dos recursos naturais e das políticas ambientais; 2- análise das políticas públicas de desenvolvimento e do meio ambiente e, 3- estudo das condições organizacionais e da funcionalidade dos ambientes urbanos ligados ao saneamento básico. 

Daniele Cintra Malpelli

Doutoranda em Economia na Faculdade Federal da Bahia (UFBA), estuda os temas de Água e Economia Circular. Mestre em Economia, em inovação e empreendedorismo social, pelo IBMEC/RJ, pós graduada em administração industrial pela Vanzolini/USP e engenheira formada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Palestrante, consultora, empreendedora e mentora na área de empreendedorismo socioambiental. Fundadora da Nayan Consultoria Ambiental, tem também experiência na área comercial e de estratégia em empresas multinacionais. Paulista, mora em Salvador, onde se envolveu em projetos de empreendedorismo e educação ambiental. Apaixonada por educação, água e meio ambiente, gosta de incentivar sonhos e acredita na transformação pela educação e o despertar da consciência socioambiental das pessoas.

Márcia Teixeira

Promotora de Justiça da área de Cidadania, Direitos Humanos e de Combate a violência Doméstica praticada contra as Mulheres. Mestre em Ciências Sociais (UFBA). Especialista em Direitos Humanos (UNEB). Integrante do Núcleo de Estudos sobre Educação e Direitos Humanos (NEDH/UCSal) e do Conselho Nacional de Direitos Humanos (2019/2021)

Fabiana Prudente

Doutora e Mestre em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia. Coordenadora do Curso de Letras Vernáculas (Noturno) da Universidade Federal da Bahia. Professora Adjunta de Filologia do Instituto de Letras da UFBA – ILUFBA. Área de Pesquisa: Dramaturgia Censurada, com foco nas obras de Roberto Athayde. Grupo de Pesquisa: Nova Studia Philologica – ETTC/GEET UFBA.

Fausta Cajahyba

Juíza de Direito da 5ª Vara do SJE Criminal de Salvador-Tribunal de Justiça do Estado da Bahia–TJBA. Pós-graduada em Dir Civil e Proc Civil Universidade Estácio de Sá-RJ. Mestranda em Justiça Restaurativa-JR na Faculdade de Direito da UFBA. Juíza Coordenadora do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania–CEJUSC-JR de Salvador.Juíza Formadora de Formadores pela ENFAM-Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Membro do Comitê Gestor do Núcleo de JR de 2º Grau do TJBA. Instrutora e Facilitadora de Círculos de Construção de Paz. Docente na Universidade Corporativa do TJBA. Instrutora em Processos Circulares pelo Summer Peacebuilding Institute,Eastern Menonite University,Harrisonburg,Washington, D.C.EUA. Pós-graduanda em Neurociência e Comportamento na PUC–Pontifícia Universidade Católoca-RS. Circle Keeper pelo Planning Change Restorative Justice Program,NY,USA.

Fausta Cajahyba

Juíza de Direito da 5ª Vara do SJE Criminal de Salvador-Tribunal de Justiça do Estado da Bahia–TJBA. Pós-graduada em Dir Civil e Proc Civil Universidade Estácio de Sá-RJ. Mestranda em Justiça Restaurativa-JR na Faculdade de Direito da UFBA. Juíza Coordenadora do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania–CEJUSC-JR de Salvador.Juíza Formadora de Formadores pela ENFAM-Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Membro do Comitê Gestor do Núcleo de JR de 2º Grau do TJBA. Instrutora e Facilitadora de Círculos de Construção de Paz. Docente na Universidade Corporativa do TJBA. Instrutora em Processos Circulares pelo Summer Peacebuilding Institute,Eastern Menonite University,Harrisonburg,Washington, D.C.EUA. Pós-graduanda em Neurociência e Comportamento na PUC–Pontifícia Universidade Católoca-RS. Circle Keeper pelo Planning Change Restorative Justice Program,NY,USA.

Mônica Colucci

Co-fundadora da Paz, Educação Ambiental e Consciência Ecológica (PEACE). Co-fundadora da ONG Movimento de Arte e Educação Social (MARES) (2004) Formação universitária em Artes Visuais na cidade de São Paulo e as Escolas, Fundações, Centros Culturais, Universidades, cidades do Brasil e diferentes países foram e são, os caminhos percorridos para a prática da arte e aprendizado ambiental. Ganhadora do Prêmio Jabuti 2001 1º lugar - Coleção Artes-Pranchas de Linguagem Visual ed. Scipione. Ganhadora do Prêmio Arte na Escola 2008 1º lugar - Panorama Salvador, arte contemporânea. Possui formação em Alfabetização para Jovens e Adultos (MOVA/Paulo Freire, Diadema/SP). Membro participante da FIMEM - Federação Internacional dos Movimentos da Escola Moderna/França 1993. Membro Conselheira da União de Mulheres de São Paulo - apoio didático e capacitação em Artes Visuais, de 1997 a 2001. Participação e prêmios em exposições nacionais e internacionais.

Larissa Navarro Moraes

Advogada e mediadora de conflitos. Fundadora do Instituto Arvorecer. Presta consultoria e capacitações em gestão de conflitos e inteligência emocional. Coordenadora da Pós-graduação em Liderança Estratégica em Cultura de Paz - UCSAL. Graduada em Direito (2003) e Especialista em Transformação de Conflitos e Estudos de Paz, com ênfase em Equilíbrio Emocional pelo Instituto Paz e Mente, em cooperação internacional com a Cátedra de Paz da UNESCO, Universidade de Innsbruck, Áustria e Mestranda em Paz, Desenvolvimento, Segurança e Transformação de Conflitos pela Universidade de Innsbruck, Áustria. Mediadora Judicial de Conflitos pelo Conselho Nacional de Justiça. Membro do Rotary Internacional. Membro da INEE – Rede Interinstitucional para a Educação em Situações de Emergência.

Andréa Ventura

Andréa Ventura é professora das áreas de responsabilidade social, desenvolvimento sustentável e marketing da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Possui graduação em comunicação social e direito, e mestrado e doutorado em Administração pela UFBA, estudando primeiramente questões ligadas a conflitos socioambientais e depois tecnologias sociais envolvendo conhecimento popular para o enfrentamento da crise climática. Atualmente, é coordenadora do Grupo de Pesquisa em Governança para Sustentabilidade e Gestão de Baixo Carbono, com pesquisas focadas em inovações e propostas de solução em busca de resiliência urbana e desenvolvimento sustentável. É pesquisadora colaboradora da Cátedra Unesco em Sustentabilidade e do Painel Salvador de Mudança do Clima. Suas experiências profissionais envolvem, além da docência, a coordenação de projetos socioambientais focados em comunidades vulneráveis. 

Anna Luísa Beserra

Jovem cientista, aos 15 desenvolveu o Aqualuz, que é a única tecnologia para tratar água de cisterna usando a luz do sol no mundo, voltada para zonas rurais sem acesso à água. Aos 17 fundou a startup SDW para desenvolver tecnologias que tornassem o acesso à água e saneamento um direito universal. Aos 18 foi a brasileira mais jovem formada em Lideranças de Novos Empreendimentos pelo MIT. Pelo seu trabalho de impacto, ela conquistou em 2019 o prêmio Jovens Campeões da Terra da ONU, principal premiação da UNEP para jovens. Foi considerada uma de “20 jovens inspiradores nos seus 20” pela McKinsey & Company (2019). Foi a primeira brasileira finalista do prêmio mundial Green Tech Award, e única da América Latina na edição de 2020. Hoje a SDW já impacta mais de 1,5 mil pessoas no Brasil, e conta não só com o Aqualuz, mas também um dessalinizador solar, o Aquasolina e com a nova tecnologia para combate e prevenção do Covid-19 para pessoas em situação de rua, o Aquapluvi, sistema de coleta e tratamento de água de chuva em pontos de ônibus para higienizacao das maos. Com essas tecnologias, Anna trabalha diretamente para atingir as ODS 3 (Saúde) e 6 (Água e Saneamento).

Thiffany Odara

Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia (2017). Especialização em Gênero, raça,sexualidade e etnia na formação de educadores pela Universidade do Estado da Bahia (2019). Membra do CANDACES - Grupo de Pesquisas de Mulheres Negras da UNEB.  2018/2020 é membra do Grupo Operativo da Ouvidoria Cidadã e do Comitê Técnico da Saúde da População em situação de Rua. Membra da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA), Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras (FONATRANS), Fórum de Travestis e Transexuais da Bahia (Fórum TT), membra do Redes Vivas - Saúde da População Negra e LGBTque utiliza das tecnologias em saúde para promover a saúde da população Negra e LGBT, bem como fortalecer o Sistema Único de Saúde e de Assistência Social (SUS e SUAS). Atualmente está educadora social no Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT da Bahia (CPDD-LGBT). Tem experiência com trabalhos em educação,educação em direitos humanos e realiza palestras, cursos principalmente nos seguintes temas: relações étnicos-raciais, relações de gênero e sexualidade, cidadania, saúde, políticas de drogas e redução de danos.

Zuldiane Coelho

Bacharela em Serviço Social, desenvolvi a pesquisa acadêmica no âmbito da População em Situação de Rua, resultado da atuação enquanto estagiaria junto ao Movimento de População de Rua de Salvador (MPR-SSA). Pós-graduanda em Gestão Estratégica de Projetos Sociais pelo Centro Universitário Jorge Amado (2017-2018). Pós-graduanda em Educação em Gênero e Direitos Humanos pela UFBA (2017-2018), pesquisa construída com a população em situação de rua. Membra do Grupo de Trabalho (GT) de igualdade racial da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA), que me permite contribuir para o trabalho com a população em situação de rua. Pesquisadora no grupo População em Situação de Rua e Direitos Humanos, da DPE-BA, onde desenvolvo pesquisas a partir da ótica racial e de gênero. Analista técnica do Núcleo Pop Rua da DPE-BA, atuo com pessoas em situação de rua e catadorxs de matérias recicláveis.

Simone Carvalho de Santana

Professora da rede pública da Bahia há 20 anos. Atua em escolas localizadas em comunidades de vulnerabilidade social. Sou uma pessoa que tanto no pessoal como no profissional busco uma vida que esteja em sintonia com a natureza e realizo iniciativas que visem o desenvolvimento sustentável na educação como um todo. Estimulo meus alunos e a minha filha de 8 anos a serem multiplicadores na promoção de uma sociedade com um desenvolvimento econômico e social que respeite o ecossistema. Acredito no empoderamento dos jovens para uma inclusão social, econômica e política de todos.

Carla Visi

Carla Virgínia Soares Fernandes se tornou conhecida em todo Brasil como a cantora Carla Visi. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, sempre acreditou que a música é um grande meio de transformação. Pós-graduada em Gestão Ambiental e mestranda em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos na FCSH da Universidade Nova de Lisboa, desenvolve uma investigação sobre o uso da Música Brasileira como ferramenta de educação / sensibilização ambiental. Cantora profissional desde 1987, Carla passeou por diversos gêneros da Música e parte da sua biografia inclui as passagens pelas bandas Cia Clic, Cheiro de amor e os projetos especiais Carla Visita Gilberto Gil – Só chamei porque te amo e Pura Claridade - Um tributo à Clara Nunes. Por considerar o palco a sua casa, tem compartilhado nos palcos desde a Cúpula da Terra / ECO-92, a música e o amor pela Natureza para inspirar uma atitude mais eco. Seja nos trios valorizando o trabalho dos catadores de lata, no trabalho com crianças na comunidade de Canabrava ou fazendo campanhas a favor do Nacci, Gacc, Lar Vida e outras instituições, o importante é acreditar que podemos fazer a diferença. Carla Visi que se identifica como mulher, mãe, cantora, jornalista, ECOcidadã e um agente a serviço da VIDA, ao utilizar diversas possibilidades de comunicação em sua conexão com o público: canto, poesia, jornalismo, espiritualidade e engajamento socioambiental, aprende e compartilha conhecimentos em prol de um mundo melhor.

Livia Vaz Sant’anna

Promotora de justiça do Ministério Público do Estado da Bahia; mestra em Direito Público pela Universidade Federal da Bahia; doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Bacharela em Comunicação Social – Relações Públicas, pela Universidade do Estado da Bahia. Coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação e ex-Coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e da População LGBT do MP-BA. Coordenadora do Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Racismo e Respeito à Diversidade Étnica e Cultural (GT-4), da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público. Coordenadora do Grupo de Prevenção e Enfrentamento ao Racismo da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal. Indicada ao Most Influential People of African Descent – Law & Justice Edition. Prêmios: Comenda Maria Quitéria (Câmara Municipal de Salvador); Conselho Nacional do Ministério Público 2019 (pelo Aplicativo Mapa do Racismo).

Nilzete Araújo Silva

Mestrado Profissional em Educação de Jovens e Adultos pela Universidade do Estado da Bahia, Brasil (2019). Graduação em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia (2000). Licenciatura em Desenho e Plástica pela Universidade Federal da Bahia (2014). Especialista em Metodologia do Ensino da Arte pela Faculdade Internacional de Curitiba (2003). Atualmente é professora de artes da rede privada de ensino. Tem experiência na área educação e produção cultural. Consultora em projetos educacionais em Arte e Educação e formação de professores e mediadores culturais em museus e apresentações artísticas. Membro do grupo de pesquisa Formação, Autobiografia e Políticas Públicas - FORMAPP, com registro no Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e tecnológico – CNPq.

Conheça Nossas Embaixadoras de Honra

Julieta Maria Cardoso Palmeira

Secretária de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia –Brasil, desde 2017, desenvolvendo ações de enfrentamento à violência contra mulheres e autonomia para mulheres. Médica geriatra, Julieta Palmeira atuou no movimento estudantil e de mulheres, na União Brasileira de Mulheres (UBM), desde a década de 1970. Foi responsável pela reconstrução da Bahiafarma, indústria pública de medicamentos da Bahia, que presidiu até 2015. Nesse período foi a única mulher dirigente de indústria farmacêutica no Brasil. Julieta se dedicou também à área da Comunicação. Atuou no movimento pela Democratização da Mídia, tendo participado da criação do Conselho Estadual de Comunicação Social da Bahia, o primeiro do Brasil. Faz parte do Movimento de Blogueiras e Ativistas Digitais Progressistas.

Fernanda Tourinho

Fernanda Tourinho é Bacharel em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia e produtora cultural desde 1991. Foi Diretora Geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (2015-2017), Conselheira de Cultura da Bahia (2015-2017), gestora do Teatro Jorge Amado (1997-2015), coordenadora do Centro de Formação do Centro Projeto Axé de Defesa e Proteção à Criança e ao Adolescente (1994-2012) e, desde junho de 2019, exerce as funções de Diretora Geral do Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música – IDSM e de Diretora de Desenvolvimento Institucional do Programa NEOJIBA.

Andremara dos Santos

Ex-Secretária-Geral da Presidência do Supremo Tribunal Federal (2016-2017).  Magistrada Instrutora do Gabinete da Ministra Cármen Lúcia (2016). Doutoranda pela Universidade Nova de Lisboa em Direito Constitucional. Mestre em Direito Econômico (1998) e em Segurança Pública Justiça e Cidadania pela Universidade Federal da Bahia (2015). Especialista em Processo Civil pela Fundação Faculdade de Direito da Bahia (1996). Especialista em Segurança Pública pela Universidade Estadual da Bahia e Università degli Studi di Padova (2015). Graduada em Direito pela Universidade Federal da Bahia (1984). Pesquisadora Convidada do Max-Planck-Institut für Ausländisches öffentliches Recht und Völkerrecht, em Heidelberg, mediante bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (2001). Estagiária Visitante do Tribunal Geral da União Européia, então Tribunal de Primeira Instância (2001). Professora da Universidade Estadual de Feira de Santana (1998 - 2011). Juíza da Vara de Execuções Penais da Comarca de Salvador (2007 - 2015). Juíza de Direito Substituta do Segundo Grau do Tribunal de Justiça da Bahia (2015). Juíza Auxiliar da Corregedoria das Comarcas do Interior do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (2015). Juíza Auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (2017-2018), onde foi responsável pelas ações de implementação da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, na vaga de notório conhecimento das questões de gênero e atuação na luta pela promoção e defesa dos direitos das mulheres (2018). Juíza da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Salvador (2019).

Maria Sueli Sobral Oliveira

Ex mulher em situação de Rua. Integrante do Movimento desde o início de 2012. Coordenadora Nacional do Movimento Pop Rua e Região Nordeste.

Silvana Carvalho

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (1995), Especialização em Geoprocessamento pela Universidade Federal da Bahia (1996), Mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (2002), Doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (2006), Pós Doc no Programa de Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social da UCSAL. Professora no Programa de Pós-Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social do Programa de Pós-Graduação da Universidade Católica do Salvador (UCSAL). Tem experiência na área de Urbanismo e Planejamento Urbano e Regional, com ênfase em Geoprocessamento e Planejamento Territorial, atuando principalmente nos seguintes temas: Geoprocessamento, Técnicas de Análise Urbana e Regional, Análise de Dados Geográficos, Cartografia Temática e Planejamento Urbano e Regional. Atualmente é Reitora da Universidade Católica do Salvador.

Annemone Santos da Paz

Filha de Isodélia dos Santos Neves, catadora de materiais recicláveis de rua, soteropolitana, estudante do colégio estadual da Bahia, cursando administração, diretora da Federação de Cooperativa de Catadoras e Catadores de materiais recicléveis da Bahia (CataBahia). Coordenadora do Fórum de Catadoras e Catadores de Rua e em situação de rua do Estado da Bahia.

Conheça Nossas Embaixadoras Multiplicadoras

Ingra Lyberato

Filha de cineasta, Ingra Lyberato estreou no cinema aos sete anos, no curta-metragem "Ementário", dirigido por seu pai Chico Liberato. Ainda jovem, mergulhou na dança contemporânea e ingressou na UFBA, mas nos anos noventa despontou como atriz e referência de sua geração. Além de se destacar em obras marcantes na TV como "Tiêta", "Pantanal", "A História de Ana Raio e Zé Trovão", "A Indomada" e "O Clone", conquistou prêmios nacionais e internacionais por longas e curtas-metragens. Entre os filmes que lhe renderam prêmios estão "Dois Córregos", de Carlos Reichenbach , "Eu não conhecia Tururu", de Florinda Bolkan e "Valsa para Bruno Stein", de Paulo Nascimento, pelo qual ganhou o Kikito de Ouro do Festival de Gramado, de Melhor Atriz em 2007. No teatro atuou em várias produções de sucesso de público e crítica, como "Mais-que-imperfeito" de Marcelo Rubens Paiva, "Feliz por Nada", de Martha Medeiros, "Inimigas Íntimas" de Artur José Pinto, em cartaz desde 2007 e o elogiado "O filho do presidente" de Christopher Shinn. Em 2016, Ingra idealiza e roteiriza série documental, "Peões, Vaqueiros e Outros Cavaleiros" que é selecionada pelo PRODAV 03, Núcleo Criativo e lança o livro "O Medo do Sucesso", editado pela L&PM. Em 2017 Ingra vende os direitos da série "As Amazonas", em fase de filmagem, ganha o PRODECINE 05 com projeto de documentário, "A Vida é da Cor que Pintamos" e finaliza seu segundo livro "A Natureza Oculta Iluminada", consolidando o início de sua carreira de escritora e roteirista, paralelamente ao seu trabalho de atriz.

Mary Garcia Castro

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (1968), mestrado em Sociologia da Cultura pela Universidade Federal da Bahia (1970), mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Sociologia - University of Florida (1989). Foi pesquisadora visitante no Centro de Estudos Porto-riquenhos do Hunter College, New York (2003-2006); bolsista da Rockefeller Foundation para estudos de pós doutorado na Universidade de Campinas (2008); e professora-pesquisadora da Universidade Católica de Salvador-Mestrado e Doutorado em Família na Sociedade Contemporânea e Mestrado e Doutorado no Programa de Mestrado em Políticas Sociais e Cidadania e Co-Coordenadora do Grupo Núcleo de Estudos e Pesquisas de Juventudes, Identidade, Cidadania e Cultura - NPEJI, credenciado junto ao CNPq, na UCSAL (2004-2017/1), bolsista da FAPERJ (2010 - 2012). Foi pesquisadora CNPq com bolsa produtividade .2010-2013). Aposentada da Universidade Federal da Bahia; Foi bolsista de pós-graduação senior na UESB - Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas na Contemporaneidade - Campus Jequié (BA) (2017/1-2019/4). Está Professora Visitante na UFRJ - Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, desde abril de 2019. Pesquisadora da Facultad Latino Americana de Ciencias Sociales (FLACSO-Brasil). Membro da Comissão Cientifica da FLACSO - Brasil desde 2017. Foi membro da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento entre 2001-2010; participou da Global Comission of Migration, junto a ONU, (2008-2009). Foi membro do Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia (12.2011 a 12.2013). Foi de 2006-2010 consultora da RITLA - Rede Iberoamericana de Tecnologia da Informação. Foi membro do Conselho Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Direitos da Mulher até 2007. Tem experiência na área de Sociologia, Estudos Culturais e Demografia, atuando principalmente nos seguintes temas: juventude, etnicidade e raça; migrações internacionais, gênero, família, mulher, feminismo, sexualidade, identidades e cidadanias, modernidade e metodologia de pesquisa. Presentemente desenvolve pesquisa sobre epistemologias feministas e o debate sobre maternidade, com ênfase na produção de autoras africanas.

Isabel Colucci

Jornalista, mestra e doutora em Educação, pela UFSC. Já trabalhou com novas mídias e inclusão digital na TV Cultura de São Paulo, fez reportagens e pesquisas sobre violações de direitos humanos e ambientais em cadeias produtivas. Foi professora substituta no curso de Jornalismo da UFSC. Atualmente, pesquisa educação em direitos humanos na cultura digital, junto ao projeto Conexão Escola-Mundo, que acontece em escolas de Florianópolis (SC) e Salvador (BA).

Bárbara Pontes

Professora licenciada em história, especialista em Metologia do Ensino de Artes, mestre e doutora em Família na Sociedade Contemporânea. Pesquisadora em gênero e Violência contra mulheres. Atriz e poetisa.

Camila Godinho

Camila Godinho tem 39 anos. É gestora social, pesquisadora e fellow LEAD em Segurança Climática. Possui mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento local e inovação social tendo atuado em órgãos públicos e internacionais. Foi membro do Conselho Internacional da Carta da Terra entre 2007 e 2011, fundou o Hub Salvador da rede Global Shapers do Fórum Econômico Mundial, integra a rede global NEXUS e o movimento cívico Agora!. É fellow RenovaBR e liderança pública reconhecida pela Fundação Lemann e pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade. Co-fundou a SER, organização não governamental especializada em inovação social e monitoramento e avaliação de impacto socioambiental. É assessora do Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) sendo responsável pelas ações de mandato participativo e projetos estratégicos.

Conheça Nossas Jovens Embaixadoras

Amanda Lima Monteiro

Jovem jornalista ainda em formação, desenvolveu o Projeto Resíduos Sólidos, visando o incentivo às cooperativas já existentes em Sorocaba, no interior de São Paulo. Ativista na luta pelos direitos das mulheres e acredita que a educação é a chave para mudança do mundo, sendo assim, aos 13, trabalhou como voluntária em alfabetização de crianças de até 6 anos na comunidade Cesar Maia no Rio de Janeiro. Organizadora de três edições do Projeto DAMUN, simulador de debates da ONU para estudantes dos ensinos fundamental e médio, iniciando uma trajetória de conscientização na área da educação.

Caroline Santos Ribeiro

Meu nome é Caroline Ribeiro, tenho 22 anos, sou estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFBA, pesquisadora e professora voluntária de matemática e redação para estudantes de escola pública. Vejo no EcoWomen uma oportunidade de me conectar com mulheres fortes e visionárias, que assim como eu, querem ser ouvidas e fazer a diferença no mundo.

Catarina Lorenzo Almeida

Meu nome é Catarina, tenho 13 anos e sou brasileira, ativista e surfista. Faço parte de uma ação global no combate contra as mudanças climáticas, junto com mais 15 crianças no Children v.s. Climate Crisis. Em uma ação mais local faço parte do coletivo S.O.S Vale Encantado, pela preservação da floresta do vale encantado em Salvador. Tenho me empenhado na criação do Eco Club Sustentare, um projeto que pretendo aprimorar durante o curso do EcoWoman. Acredito que com a aprendizado que irei receber vou utilizar na construção e melhorias das ideas do projeto. Essa oportunidade de conhecer mulheres empoderadas e poder colaborar com elas me faz ficar muito animada pra começar as aulas.

Cíntia Guimarães de Lucena

Olá! Sou a Cíntia, tenho 21 anos e estudo Relações Internacionais na Universidade de Brasília. Ao longo da minha trajetória enquanto jovem ativista, busquei sempre me conectar a diferentes trabalhos sociais para absorver o máximo de aprendizado e potencializar minhas ações. Atualmente, faço parte dos movimentos Greenpeace Brasília, Mutirão do Bem Viver e Nosso Lago, além de ser pesquisadora no programa UnB 2030. Me junto ao Ecowoman com a animação e anseio de aprender com a experiência de mulheres inspiradoras de diferentes partes do Brasil. Acredito que com essa troca e espaço de protagonismo sairemos ainda mais fortes e preparadas para realizar a mudança socioambiental em nossas localidades!

Danielle Borges Cavalcante

Meu nome é Danielle Borges, eu tenho 14 anos, Estudo na escola ECTP, e sou 9 ano fundamental II. Me interessei em participar do projeto, por quê além achar uma proposta bem interessante e de muita aprendizagem, posso também reproduzir as idéias do projeto na minha própria comunidade, o que seria extremamente positivo e necessário. Com base nisso Achei que me inscrevendo no projeto poderia ser um passo a mais na minha vida, com aprendizagem, sabedoria e interesse.

Emanuelly Avelino de Santana

Emanuelly Avelino de Santana, de Poxim do Sul, Canavieiras- BA. 17 anos de idade. Estudante do Nível Médio. Faz parte da Associação Mãe da Reserva Extrativista de Canavieiras, integrando o grupo de jovens e contribuindo no projeto Ações de Fortalecimento do Protagonismo Feminino no Combate ao Petróleo na Resex de Canavieiras- Região dos Abrolhos, BA. Atua na frente de comunicação do povo Extrativista, com o Programa Chama-Maré. Além do Projeto Panorama da Água de Poxim. Com sua participação no EcoWomen pretende aprender para agregar valores de sustentabilidade e colaborar com a melhora da qualidade de vida de mais de 300 famílias de sua comunidade.

Gabriela de Sousa Beltrão

Meu nome Gabriela Beltrão e tenho 21 anos. Graduanda em Ciência Política na Universidade de Brasília, sou apaixonada pela cidade e pelo que estudo. Também me interesso por economia e sustentabilidade. Faço parte da ONG Elas no Poder, um projeto que tem como objetivo eleger mais mulheres para cargos políticos no governo brasileiro, e do Engajamundo, uma organização de liderança jovem voltada para problemas sociais e ambientais. Como Jovem Embaixadora Ecowomen, espero poder contribuir para uma sociedade mais justa e sustentável.

Laissa Soares da Silva

Eu me chamo Laissa Soares faço Engenharia de Tecnologia Assista e Acessibilidade e de fato eu abracei a causa por entender a necessidade dele no mundo e tomei como proposito ser a ponte para esse conhecimento, recentemente fui nomeada como representante de curso pela Empresa Junior ENGTEMP, conhecida pela forte participação em projetos dentro da universidade sendo eles sobre a inserção de mulheres na área de engenharia e ciências exatas ou recursos de acessibilidade como deficiência visual, geronto e mobilidade reduzida e o EcoWomen é simplesmente a junção de tudo que eu acredito é dar voz e lugar para aqueles que não conseguem sozinhos e provar sempre que juntos somos mais fortes.

Laura Rubim do Monte Jesus

Laura Rubim do Monte Jesus, graduanda em Engenharia Ambiental na Universidade Estadual Paulista, campus de Presidente Prudente. Durante o ano letivo de 2019, atuou em projetos de extensão como Monitora de Física Mecânica no Cursinho Popular Pré-vestibular da Unesp. Na empresa Júnior GeoAmbiental Jr., atua na diretoria de Mercado. A motivação para participar do Projeto EcoWomen veio do interesse por projetos sociais que visam a conscientização ligada ao desenvolvimento sustentável. Assim como da busca pela igualdade de gênero e de enaltecer o empoderamento feminino.

Maria Eduarda Pereira Dias Marcos

Me chamo Maria Eduarda, tenho 16 anos e faço parte dos projetos Eu Vivo Favela e Segundo Sol. Sou cocriadoras do projeto Pontes Para a Mudança, realizado para facilitar a vida profissional dos jovens e tornar seus sonhos possíveis. Me inscrevi para o Ecowomen na expectativa de ampliar meus conhecimentos e com eles levar um pouco para cada projeto que faço parte.

Milena Mota Costa

Milena Mota Costa, nasceu em Lauro de Freitas, no dia 09 de outubro de 1998. É Técnica em edificações pelo IFBA e cursa engenharia civil na UFBA. Atua como voluntária em uma equipe de pesquisadores sobre economia circular na Universidade Federal da Bahia, cujo o objetivo é estudar o que existe do tema no mundo, e propor alternativas sustentáveis para a realidade soteropolitana. É representante dos estudantes de engenharia civil pelo diretório acadêmico da Escola Politécnica. E participante de uma equipe de competidores em um dos concursos de maior peso acadêmico para a engenharia civil (IBRACON). O motivo maior de buscar colaborar com o EcoWomen é continuar estudando para contribui com um mundo melhor, buscando fazer a diferença em seu entorno.

Natália da Silva Brito

Natália Mostarda é uma jovem líder estudante de Relações Internacionais, muito ligada ao voluntariado e que luta pela democracia da informação. Interessou-se pelo EcoWomen pois é um projeto promissor que traz um pouco de tudo que acredita.

Natália Juliano

Me chamo Natália Juliano, tenho 16 anos e sou estudante de ensino médio em uma cidade interiorana de Santa Catarina. Procuro, sempre que possível, me manter engajada em projetos sociais e educacionais, pois valorizo muito a luta pessoal para trazer transformações coletivas; acredito que o Ecowomen será uma força de evolução para todas nós. Espero que possamos aprender muito juntas!

Nicole Karen Moura de Jesus

Nicole Karen é graduanda em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, técnica em Automação e Controle Industrial na modalidade Integrada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA, Campus Salvador. Atualmente é Presidente da XXIII Semana de Engenharia Elétrica da Unicamp, Diretora de Projetos do Ramo Estudantil IEEE - Unicamp e bolsista do Cargill Global Scholars Program. Participa ativamente do desenvolvimento de projetos de robótica educacional, desenvolvimento de tecnologias assistivas e organização de torneios de robótica, e por isso, vê o projeto EcoWomen como um espaço para aprendizado e compartilhamento de conhecimento com outras mulheres, visando fortalecer a presença feminina em posições de liderança.

Paloma de Oliveira Brito

Sou Paloma, estudante de cinema e audiovisual, fotógrafa, voluntária da Casa da Vida e do Cidade Educação em Vitória da Conquista-BA. Estou muito feliz em ser uma embaixadora ecowomen e poder participar desse projeto que tem tudo aquilo que acredito, ecoar vozes femininas capazes de gerar mudanças em nossa sociedade.

Raquel da Silva Alves

Sou Raquel da Silva Alves, jovem liderança indígena do Povo Jenipapo-Kanindé/CE, faço parte do Núcleo de Jovens Monitores do Museu Indígena Jenipapo-Kanindé e do Grupo de Guias Turístico das Trilhas Ecológicas do Povo Jenipapo-Kanindé. Atualmente curso Serviço Social na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB. Meus objetivos é conseguir por meio do projeto EcoWomen elaborar um projeto que possa concretizar os sonhos antigos das lideranças do meu povo, utilizando-se de ações da economia sustentável, quero poder neste espaço de trocas de saberes adquirir e repassar conhecimentos, além disso, poder ecoar minha voz para que outras meninas/mulheres indígenas e não indígenas tenham a oportunidade de ingressar nesse espaço e dentre muitos outros.

Yasmin Ferreira da Silva

Yasmin Ferreira é feminista, apaixonada por Ciência e Tecnologia, Estudante de Automação Industrial em modalidade integrada no IFBA — Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Pesquisadora do GSAM — Grupo de Pesquisa em Sistemas de Automação e Mecatrônica, bem como do Núcleo Feminino de Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação — Lovelace e Bolsista de Iniciação Científica Júnior pelo CNPq — Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Desenvolve projetos em Automação, Robótica, Mecatrônica, IoT, Tecnologia Assistiva, análise do apagamento das mulheres na ciência e incentivo à atuação feminina na área STEAM. Yasmin enxerga no Projeto EcoWomen o potencial de ECOAR um legado de mulheres que vieram antes dela, sobre o qual se levanta e intenciona tornar o caminho melhor para as que virão.